quinta-feira, 26 de junho de 2014

BENS IMPERECÍVEIS


Você possui muitos bens imperecíveis?

Talvez tenha lhe vindo à mente sua declaração de bens e direitos entregue ao fisco no último exercício fiscal.
Mas nós não estamos falando desses bens, e sim dos bens da alma, realmente imperecíveis.


Sim, quando voltarmos para o mundo espiritual, seremos identificados pelas nossas conquistas essencialmente espirituais.
Sob esse ponto de vista as coisas ficam mais fáceis, pois todos temos possibilidades de angariar bens, já que eles independem de posição social ou financeira.
No campo dos sentimentos, por exemplo, é possível que tenhamos uma lista grande dessas aquisições, desde  que saibamos aproveitá-las.
Valorizar um beijo carinhoso de criança...
O abraço afetuoso de um amigo...
A alegria do filho ao livra-se das rodinhas auxiliares da sua bicicleta...
A conversa com os pais e avós ao redor do velho fogão à lenha...
O cheiro de mato molhado de chuva...
O sol se despedindo no horizonte...
A primeira flor, ofertada pelo nosso grande amor...
A expressão de dor no olhar da filha que rompeu com o namorado...
A explosão de alegria do filho que conquistou uma medalha nos jogos infantis.
A desolação da filha quando lhe dissemos que não a levaríamos conosco na viagem de férias...
Saber converter as relações estabelecidas por conveniência em amizade sincera..
Com respeito à moral também há um imenso campo para joeirar e ajuntar bens imperecíveis.
A humildade de pedir perdão por uma atitude equivocada...
O respeito às idéias e opiniões dos outros...
O cultivo da honestidade, ainda que a pouco e pouco.
O sacrifício dos interesses próprios por amor à justiça.
A caridade, que sabe perdoar e esquecer uma ofensa.
A dignidade que não se deixa contaminar pelos interesses escusos.
A sabedoria de não emitir opinião sobre um assunto que desconheça...
E no campo intelectual há muito terreno para cultivar nossos bens imperecíveis.
A leitura sistemática de tudo o que pode nos clarear a mente.
Os questionamentos sinceros quanto à nossa natureza, origem e destino como seres humanos.
A busca dos porquês da dor, das desigualdades intelectuais, morais e sociais.
A derrubada do muro apodrecido do preconceito racial, religioso, cultural e social.
Enfim, agora podemos avaliar o quanto de bens imperecíveis que já detemos e os que ainda estamos por conquistar.
Mas, a verdade é que não sabemos de quanto tempo ainda dispomos na presente existência e, por essa razão, não podemos perder tempo.
É preciso que valorizemos as horas e ajuntemos esses tesouros, aos quais Jesus se referia dizendo que o ladrão não rouba, a traça nem a ferrugem consomem.
Pensemos nisso!
Equipe de Redação do Momento Espírita.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

INIMIGOS


Inimigo. 
A palavra traz uma  carga negativa impressionante! O inimigo é alguém que desperta em nós os  sentimentos mais primitivos: medo, ódio, desejo de vingança.
  Diante de um inimigo, as mãos  ficam geladas, o coração bate forte, o sangue pulsa nas têmporas. E a pergunta  surge: Como agir? O que fazer?
  A resposta a essa pergunta foi  dada pelo Cristo: Ama o inimigo, ora pelos que te perseguem.
  Mas, nós, que somos pessoas  comuns, costumamos reagir a esse conselho de Jesus.
  E nos perguntamos: Amar o  inimigo? Fazer o bem a quem nos feriu e maltratou?
  E, em geral, concluímos:  Impossível. Para nós, a expressão “Amar o inimigo” parece uma utopia.
  Em alguns casos, até somos  irônicos: “Esse ensinamento de Jesus não é para nós. Ainda somos muito  imperfeitos.”
  O que acontece é que não  entendemos corretamente o significado da palavra “amar”, quando se aplica  ao inimigo.
  Jesus era um sábio. Ele  conhecia profundamente a alma humana. Você acha que Ele iria sugerir algo que  não seríamos capazes de fazer?
  Claro que não! Todas as  sugestões de Jesus são perfeitamente possíveis. Por isso vamos examinar melhor  essa questão do amor ao inimigo?
  A primeira coisa é entender o  que significa a expressão “amar o inimigo.”
  Com essas palavras, Jesus  apenas nos convida a perdoar quem nos fez mal. Ou, no mínimo, apela para que não  busquemos a vingança.
  Parece difícil? Nem tanto.  Vamos falar de forma prática.
  Se alguém tem um inimigo, em  geral, qual é a atitude que adota?
  A maioria das pessoas mantém o  inimigo permanentemente em seus pensamentos. Não consegue pensar em nada, além  da pessoa odiada.
  E assim a vida segue. Quem  odeia mantém-se escravo do inimigo.
  Faz as refeições, dorme,  acorda, trabalha e vive constantemente em meio a esse sentimento de rancor,  alimentando desejos de vingança.
  Parece ruim? Pois é exatamente  o que fazemos: deixamos o inimigo comandar a nossa vida. Tornamo-nos escravos  daqueles que odiamos.
  Por isso a sabedoria da  proposta de Jesus, que é a libertação dos laços que nos prendem aos inimigos.
  Perdoar é mais fácil. Deixa a  alma mais leve, o corpo mais saudável, as emoções sob controle.
  Quando o Cristo pronunciou a  expressão “amar o inimigo”, na verdade, ofereceu um caminho de equilíbrio  e de serenidade.
  É claro que o Cristo não espera  que tenhamos pelos inimigos o mesmo amor que dedicamos à família e aos amigos.
  Jesus quer apenas que afastemos  de nosso coração a mágoa, a infelicidade, o ódio e o desejo de vingança.
  Por isso Ele aconselhava:  Orem pelos que vos ofendem.
  E nessas preces, pedi a Deus  que vos dê forças para superar a ofensa vivida.
  Pedi também a Deus que vos  ofereça oportunidade de ser útil àquele que vos feriu.
  Se essa oportunidade surgir,  não deixemos passar a chance de sermos úteis e bons. Gestos desse tipo fazem  nascer na alma o sentimento de superação, de etapa vencida.
  É um momento único, encantador.
  Pensemos nisso!

DIA 28.06.2014 - HAVERÁ A ATIVIDADE

Caros amigos,
a Atividade do dia 28.06.2014 (sábado)
o Expurgo Geral ocorrerá normalmente. 
Aguardamos você! 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

CAUSA DAS AFLIÇÕES


A Terra é uma grande escola, na qual os homens são matriculados pela divindade, a fim de que aprendam a viver.

            Mas o aprendizado sempre exige algum esforço para efetivar-se.
            Nos colégios da Terra, o aluno não aprende a lição a menos que dedique algumas horas ao estudo.
            Também na esfera profissional toda nova tarefa demanda alguma dedicação, até ser desempenhada a contento.
            No contexto maior da vida, a situação não é diferente.
            Somos chamados ao burilamento de nosso ser, mediante o enfrentamento de inúmeras situações.
         
As dificuldades são inerentes a nossa posição de aprendizes.
Se já fôssemos mestres na arte de viver, à semelhança de Jesus, tudo nos seria fácil.
O Amigo divino é nosso maior exemplo de alguém que sabe viver.
Ele transitou entre seres rudes e cruéis, mas não gastou seu tempo em contendas.
Ao invés de isolar-se das criaturas, amou-as ternamente.
Acolheu os equivocados, embora não aprovasse seus equívocos.
Jesus foi doação, trabalho, compreensão e perdão, em todas as circunstâncias.
Ele jamais titubeou em sua condição de mestre.
O Cristo é o modelo que nos foi enviado por Deus.
            A distância que separa nosso comportamento do dele bem evidencia o longo caminho que temos a percorrer.
            É justamente a ignorância que nos dificulta o viver.
            Afinal, para quem já domina determinado assunto, este parece fácil, ainda que guarde grande complexidade.
            Esse raciocínio demonstra o papel que as dificuldades cumprem em nossa vida.
            Elas constituem nossos desafios, revelam as lições que necessitamos aprender.
            Por vezes revestem-se de caráter aflitivo, justamente para nos incitar ao esforço necessário para vencê-las.
            Desse modo, fica claro que a principal causa das aflições que nos atingem, reside em nosso estado de ignorância.
            Essa ignorância tanto se traduz pela falta de conhecimento, como pela má vontade de viver o que sabemos ser correto.
            Quando nos esclarecermos, quando formos plenos de virtudes, não mais necessitaremos de experiências dolorosas.
            Na verdade, as falhas morais das criaturas constituem a origem imediata da maioria absoluta de suas dores.
            Não são raros os protestos contra a providência divina, quando o próprio sofredor deu causa as suas agruras.
            Muitas enfermidades decorrem da falta de equilíbrio no beber e no comer.
            Quantos pais reclamam dos filhos, mas não gastaram tempo orientando os próprios rebentos.
            Inúmeras pessoas entregam-se ao vício da maledicência e depois se surpreendem por conviver com desafetos.
            Há quem reclame pela ausência de carinho no núcleo familiar, mas jamais se preocupou em estreitar laços de afeto com os seus.
            Incontáveis gastam seus recursos com futilidades e depois reclamam da falta de dinheiro.
            Outros não se dispõem ao estudo e se afirmam injustiçados, por falta de oportunidades na vida.
            Em tudo isso vê-se a presença de inúmeros vícios que infelicitam a humanidade.
            O homem sensato e operoso, por certo enfrenta menores obstáculos do que o leviano.
            É impossível colher uvas de espinheiros.
            Quem não joga boas sementes no solo da vida não pode reclamar pela ausência de boa colheita.
            Assim, é importante refletir sobre a forma como estamos gastando nosso tempo na terra.
            Demonstramos esforço sincero no aprendizado do ofício de viver ou parecemos crianças teimosas, clamando por corrigenda?
            Se queremos paz, se desejamos a libertação do sofrimento, não há muitas alternativas.
            Somente o abandono da ignorância e dos vícios, pela vontade firme de conquistar virtudes, possui o condão de nos libertar.
            Pensemos nisso.

terça-feira, 10 de junho de 2014

TRABALHO E ORAÇÃO

A oração constitui um valioso recurso à disposição dos homens.
Mediante ela, consegue-se acesso a faixas superiores da vida.
O homem que ora com fervor se previne de muitos males.
Ao se ligar com esferas espirituais pacíficas e felizes, gradualmente se ajusta com os ideais que nelas imperam.
Entretanto, a oração não constitui um mecanismo de transferência das próprias responsabilidades.
Muitas vezes se espera do céu uma solução decisiva para inúmeros problemas da existência humana.
Trata-se de uma viciação mental, mediante a qual a criatura busca se furtar ao esforço que lhe cabe em sua jornada terrena.
Para que isso fique claro, basta lembrar o exemplo de Jesus.
Ele representa a Misericórdia Divina no planeta.
Mas, enquanto na carne, não livrou ninguém de cuidar dos próprios interesses.
Auxiliou doentes e aflitos, sem retirá-los das questões fundamentais que lhes diziam respeito.
Zaqueu, o rico prestigiado pela visita que lhe foi feita, sentiu-se constrangido a modificar a sua conduta.
Maria de Magdala recebeu carinhosa atenção.
Contudo, não ficou livre do dever de sustentar-se no árduo combate da renovação interior.
Lázaro, reerguido das trevas do sepulcro, nem por isso deixou de mais tarde ter de aceitar o desafio da morte física.
Paulo de Tarso foi distinguido por um apelo pessoal às portas de Damasco.
No entanto, a seguir se lançou em uma vida de sacrifícios para cumprir o papel que lhe cabia no mundo.
Nessa linha, é totalmente ilógico acreditar que basta orar para que todos os problemas se resolvam.
A oração é preciosa, mas representa apenas o começo da solução.
Mediante ela, o homem se fortifica e esclarece.
A partir daí, forte e lúcido, deve fazer a sua parte.
Assim, ore, pois isso é mesmo importante.
Mas, na sequência, trabalhe firme para atingir seus objetivos.
Se deseja um emprego melhor, estude e se aprimore.
Desenvolva seus talentos, eduque-se para poder aproveitar as oportunidades que surgirem em sua vida.
Se quer saúde, modifique seu estilo de vida.
Modere seus apetites, exercite-se, acalme-se.
Caso almeje amigos dignos e confiáveis, faça por onde atrair pessoas boas para sua vida.
Discipline-se para manter uma conversação sadia, seja educado e atencioso, comporte-se com nobreza.
Na hipótese de sonhar com um ambiente familiar equilibrado, comece a construí-lo.
Aprenda a perdoar, ouça seus familiares com atenção, respeite o espaço e as opiniões deles.
Esse método talvez não pareça sedutor à primeira vista.
Afinal, pressupõe esforço e disciplina.
Entretanto, ele seguramente dá resultados.
Todo esforço digno, por mínimo que seja, invariavelmente recebe da vida a melhor resposta.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. XVIII do livro Nos domínios da mediunidade, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 15.03.2012

sexta-feira, 6 de junho de 2014

O EGOÍSMO

O egoísmo é a fonte da maioria absoluta dos males que assolam a Humanidade.
A exagerada preocupação com os próprios interesses faz com que qualquer coisa que os contrarie tome desmedida importância.
Essa forma equivocada e rasteira de perceber a vida a todos prejudica.

Primeiro, tira a paz do próprio egoísta, que se angustia em suas tentativas de submeter o mundo aos seus interesses. Segundo, causa danos à sociedade, que não pode ser harmônica enquanto seus integrantes se digladiam.

Já a solidariedade e a preocupação com o bem-estar coletivo disseminam a felicidade.
Tome-se como exemplo a questão da segurança. Os habitantes das grandes cidades vivem em estado de alerta, com medo de serem molestados. Quem pode contrata serviço de vigilância para sua residência. Há preocupação constante com os filhos e os parentes em geral. Teme-se um assalto, um sequestro relâmpago, um golpe de qualquer ordem.


Tal situação é típica de uma sociedade egoísta.
Se a preocupação com os próprios interesses fosse menor, poderiam ser encontradas formas de resolver o problema. Mas, para isso, o objetivo das criaturas não poderia ser fazer crescer a qualquer custo o próprio patrimônio. É bom e natural que os homens se preocupem em conquistar bens que lhes garantam uma vida digna, e fomentem o progresso. Mas quando a busca das coisas materiais é exacerbada, ela causa grandes problemas.


Numa sociedade em que a grande maioria está despreocupada com o bem-estar coletivo, as disparidades crescem. É impossível que todos conquistem exatamente o mesmo nível de conforto. Os homens são diferentes em talentos e habilidades. Mas é necessário assegurar condições para que todos conquistem o mínimo indispensável a um viver digno.


Quando o homem consegue ver o próximo como um semelhante, torna-se solidário.
A dor do outro dói tanto quanto a sua.
A miséria e o desemprego na casa do vizinho são tão trágicos como se fossem na sua residência.
Imagine como seria bom viver em uma sociedade segura.
Sair tranqüilo na rua, mesmo à noite.
Mandar seus filhos para a escola, certo de que ninguém os molestaria.


Está nas mãos de todos adotar as providências iniciais para uma reforma social.
Essa reforma principia pela modificação do próprio comportamento.
A reforma íntima é uma dura batalha.
É mais fácil vencer os outros do que a si mesmo.
Mas não há equívocos no Universo, que é regido pela Sabedoria Divina.
Cada qual vive no meio que lhe é mais adequado.
Se você deseja viver em paz, comece a burilar o seu interior.

Preste atenção em todas as suas atitudes que revelam egoísmo. Esse egoísmo pode ser pessoal, familiar ou de classe. Analise o que você deseja para você, para sua família ou para sua classe profissional. Há como estender tais vantagens para os outros? O custo de suas regalias não é excessivamente alto para os semelhantes?


Certamente vale a pena moderar um pouco os próprios anseios, em prol de uma vida harmoniosa. De nada adianta enriquecer causando o empobrecimento alheio.
Não é possível viver em paz em meio à miséria e a dor dos semelhantes.
A genuína felicidade surge quando se aprende a compartilhar.
Quem experimenta a ventura da solidariedade jamais volta atrás.

Redação do Momento Espírita

terça-feira, 3 de junho de 2014

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES - ALTERAÇÃO EM JUNHO


O BRASIL COMO FOCO MUNDIAL E ESPIRITUAL

Estou sendo informada por meus Mentores e por Mestres da Grande Fraternidade Branca Universal sobre a importância mundial do Brasil, neste ano de 2014. Dois grandes eventos marcam 2014 no Brasil: a Copa do Mundo e as Eleições.
É preciso que você saiba que a magnitude destes eventos extrapola o plano físico. São eventos de fundamental importância para o Plano Espiritual também.

Sobre a Copa do Mundo:
Dizem-me Eles que os jogos da Copa do Mundo trarão ao Brasil pessoas de diversos pontos de origem e momentos como esses, quando há uma grande concentração de povos num único lugar, são aproveitados para impulsionar a Cura Planetária.
O Plano Espiritual aproveita oportunidades como essas para a realização de um trabalho de elevação e cura espiritual de grande porte.
Em outras palavras, as Equipes da Grande Fraternidade Branca Universal estão se preparando para jorrar maior quantidade de Luz sobre o Brasil, com a finalidade de envolver tantas pessoas quanto conseguirem e, desta forma, promover e facilitar a ancoragem e a implantação de uma Nova Consciência Crística em todos os povos aqui representados.
O objetivo é que, após o evento Copa do Mundo, todos os seus participantes (atletas e torcedores) possam retornar aos seus países de origem levando consigo uma vibração mais elevada, uma Nova Consciência e a semente do Amor Fraternal entre todos os povos.
A ideia é que possam – todos – expandir maior quantidade de Luz em seus países de origem.

Sobre as Eleições
Para o Plano Espiritual, eleições políticas são oportunidades de transformações. E em todas essas oportunidades, as Equipes da Grande Fraternidade Branca Universal estão atuando ativamente de maneira a ajudar em todo o processo e garantir que a Luz se faça presente e vença, sempre!
Claro que temos o nosso livre arbítrio e com ele podemos fazer o que acharmos melhor.
E neste momento importante, o Plano Espiritual nos chama a exercermos o livre arbítrio com responsabilidade e discernimento.

Os curadores são chamados a trabalhar
A Grande Fraternidade Branca Universal precisa do envolvimento do número máximo de curadores. E contam com a ajuda de muitos e muitos.
E curadores engajados nesse projeto de Cura Planetária necessitam emitir atitudes diferentes.

“Flutue acima”: a melhor atitude
Flutuar acima dos eventos: esta é a atitude que os Mestres estão indicando aos Curadores Humanos, como sendo a postura mais adequada para este período.
Isto significa colocar-se de fora de todas as polêmicas e preferências, a fim de que possam contribuir verdadeiramente com a Cura Planetária e com elevação espiritual pretendida por Eles, e por nós também, claro.

Quem são os Curadores Humanos?
Todos os Seres Humanos são Curadores em potencial. Mesmo aqueles que não são brasileiros, podem e devem engajar-se neste Projeto de Cura Planetária.
E para tanto, basta querer: “arregaçar as mangas”, ajustar-se com as instruções e colocar-se a “trabalhar”.

Instruções aos Curadores Humanos começam a chegar
E logo na primeira aula/2014 que ministrei no Anima Mundhy, Jesus se apresentou para oficializar instruções e também para nos conscientizar sobre a importância de nossas ações e pensamentos.
Deixo você com a Mensagem de Jesus.
Luz e Paz,
Tania Resende


Instruções para o Povo Brasileiro
Por Jesus Sananda,
Através de Tania Resende
Em 20/01/2014.


Saudações!
É importante que fortaleçam suas cúpulas de proteção, a fim de que não se deixem levar pelas ondas de instabilidade que possam vir a acontecer neste seu país Brasil.
Neste momento, as pessoas tenderão estar mais voltadas para a matéria e para as discórdias políticas, segmentando-se em partidos, equipes esportivas, ideias e opiniões. Vocês, Curadores, precisam evitar que se contaminem com essas energias de separatismo.
Evitem entrar em desacordos por questões que são externas ao seu Ser.
Evitem exaltar-se por conta de emoções coletivas, especialmente aquelas que emitem frustrações, irritações e contrariedades.
Seu Amado Brasil necessita de muita Cura, de muita Luz e de muita Energia Amorosa, ao longo de todo esse ano.
E vocês, Curadores Humanos estão sendo chamados a contribuírem.
Enviem seus pensamentos de Cura, de Equilíbrio, de Paz, de Amor e de Harmonia para tudo e para todos.
Coloquem-se acima daquilo que as pessoas estão normalmente discutindo e debatendo.
Vocês estão agora do nosso lado. São Mestres! Mestres de Cura!
E como Mestres de Cura devem colocar-se de fora das energias circundantes, para que possam ajudar, enviando Luz, Cura, Paz, Amor e Harmonia.
Envolvam seu Amado Brasil na Luz Verde e depois na Luz Dourada, todos os dias.
Repito: reforcem as suas cúpulas de proteção, de maneira que as irritações e exaltações alheias não penetrem em seus Sagrados campos de energia.
E afirmem para si mesmos, todo os dias: “Eu Sou Sagrado! Apenas a Luz de Cristo e de Buda penetram em meu Sagrado campo.”.
Flutuem acima. Deslizem sobre os eventos. E deixem que se vão, assim como chegaram.
Deixem que todas as desarmonias passem por vocês, como uma nuvem que vai se dissolvendo ao vento!


Eu Sou Jesus Sananda,
Em Nome de Maria Madalena e Sanat Kumara
Com Gratidão a Rathal Zeh!

domingo, 1 de junho de 2014

ANTE O ERRO

O discurso mundano fornece desculpas para quase tudo.
Basta olhar em volta para identificar alguém que se permite bastante coisa.
A depender do modelo que se adota, é fácil esquecer os parâmetros morais.
Há quem justifique o abandono de sagrados deveres com a busca da felicidade.
Acredita que os prazeres constituem oportunidade rara e necessitam ser imediatamente fruídos.
Nessa linha, para viver uma alardeada grande paixão, não hesita em menoscabar o tesouro que representa sua construção familiar.
Outro, no empenho de enriquecer, cede à tentação da desonestidade.
E assim a criatura humana se complica.
De sonho em sonho, de desatino em desatino, ela desce a ladeira moral.
O problema é o que vem depois da fantasia realizada.
Quando as emoções tumultuosas arrefecem, quando a paixão se apaga.
Em geral, o que parece cintilante na imaginação possui outro aspecto na vivência diária
É então que muitas vezes o arrependimento surge com seu gosto amargo.
O que se sacrificou retoma seu natural valor e sua ausência angustia: a família desfeita, as amizades rompidas, a sociedade esgarçada, o bom nome perdido.
Mais grave ainda é a culpa pelo agir equivocado.
Antes de se lançar em atitudes radicais e egoístas, convém pensar nos anos que se lhes seguirão.
Dentro de algum tempo, como se verá esse comportamento?
Outra reflexão interessante é como seria classificada conduta semelhante em um desafeto.
Malgrado todos os sonhos que agitam a alma humana, algumas realidades não podem ser ignoradas.
Uma delas é que não há felicidade sem paz de consciência.
É impossível construir a própria ventura enquanto se semeia a tragédia nos caminhos alheios.
Ninguém fere sem se ferir, em igual medida.
Talvez se logre calar a consciência um tempo.
No tumulto da paixão, quiçá tudo o mais pareça de pouca importância.
Contudo, é inevitável um encontro com a própria realidade íntima.
Cedo ou tarde, ele se produz, para júbilo ou desgraça da criatura.
Para quem se agita muito, costuma demorar um pouco mais.
Mas a vida trata de produzi-lo.
Ela dispõe de altos meios para desencadear salutares reflexões.
Talvez propicie a vivência de uma traição semelhante à praticada.
Ou surja na figura de uma enfermidade que tire todo o sabor das conquistas indignas.
De todo modo, no ocaso da vida, quando as ilusões perdem a força, a consciência se agiganta no imo do ser.
Para evitar amargos arrependimentos, convém pensar hoje nas consequências do que se faz.
 Fonte: Redação do Momento Espírita.

Em 03.02.2012.